terça-feira, 8 de setembro de 2020

Palmeiras e Puma anunciam acordo inédito para 23 atletas do time feminino

 


Palmeiras e Puma anunciaram hoje (8) um acordo da fornecedora de material esportivo com 23 jogadoras do time de futebol feminino do clube. A empresa irá patrocinar as atletas, desde o uso de chuteiras e acessórios da Puma, à participação em ações e posicionamentos da parceira. O acerto é considerado inédito pelas partes. 

A proposta foi oferecida para as 27 atletas do elenco do Palmeiras, mas quatro recusaram, por já terem vínculo com outras marcas. As jogadoras que acertaram são: as goleiras Vivi, Karen e Jully; as zagueiras Janaína, Samara, Stella e Thaís; as laterais Isabella e Vitória; as meio-campistas Ary, Bia, Carla Nunes, Dóroty, Juliana Passari, Karla Alves, Maressa, Nicoly e Tefy; e as atacantes Bianca, Livyan, Lurdinha, Mônica e Ottilia.

O contrato passa a valer nesta quarta (9), quando a equipe feminina do Palmeiras enfrenta o Minas/Iceesp, pelo Campeonato Brasileiro. Fornecedora de material esportivo do Palmeiras desde 2019, a Puma começou neste ano a desenvolver uma linha de uniformes exclusiva para as Palestrinas, para jogo, treino e viagens.

Para ler a matéria completa, acesse: Palmeiras e Puma anunciam acordo inédito para 23 atletas do time feminino 



Pernille Harder no Chelsea: Transferência mas cara do Futebol Feminino

 


Com o encerramento da Uefa Women’s Champions League, os clubes europeus começaram a ir em busca de novas jogadoras, e os destaques da competição são os alvos mais disputados no mercado de transferências.

Pernille Harder foi uma das atletas que chamou a atenção dos clubes, pois, além de ter feito um excelente campeonato alemão, sendo eleita a melhor jogadora, ela também se destacou na Champions, chegando a ser a vice-artilheira.

Com todo esse reconhecimento, Harder acabou indo para o Chelsea, da Inglaterra. Apesar do clube não ter divulgado um valor concreto, sabe-se que a transação foi em torno de 350 mil euros, um valor histórico para a modalidade.Até então, a transferência mais cara do futebol feminino havia sido a ida da holandesa Lieke Martens para o Barcelona, algo que teria custado 150 mil euros para o clube catalão. Ao comparar esse valor com o da Harder, é perceptível que, além de ter havido uma evolução, os clubes estão mais dispostos a desembolsar maiores valores para conseguir boas jogadoras.

Apesar de ser um grande valor para a modalidade, quando comparado com as transações do futebol masculino, essa quantia passa a ser algo modesto. Enquanto os jogadores valem milhões, nenhuma atleta já chegou perto de valer sequer um milhão, algo extremamente desigual, visto que ambos desempenham o mesmo papel.

Essa situação se dá pois os clubes não arrecadam muito com o time feminino, isso devido aos jogos quase não serem televisionados, situação que poderia ser resolvida caso as federações se preocupassem mais com a modalidade.

A falta de capital faz com que as equipes tenham menos recursos para investir em novos talentos, o que as obriga a preferir jogadoras que estejam no fim de contrato, ou que possam ir para o clube através de empréstimo. Essa situação faz com que o mercado não movimente muito dinheiro, o que fica evidente com a pesquisa da Fifa que mostrou que, no ano de 2018, apenas 493 milhões de dólares circularam entre os clubes femininos. 

Para ler o texto original, acesse: Pernille Harder no Chelsea: Transferência mas cara do Futebol Feminino

sábado, 5 de setembro de 2020

National Women's Soccer League e Verizon lançam a competição Verizon Community Shield

 


A National Women's Soccer League, juntamente com a Verizon, anunciou a criação da  Verizon  Community Shield, uma competição que acontecerá durante a 2020 NWSL Fall Series. Cada um dos nove clubes da NWSL fará parceria com pequenas empresas ou programas em sua comunidade, e a equipe com mais pontos no final da Série de outono receberá o  Verizon  Community Shield e a oportunidade de apresentar um subsídio de $ 25.000 para sua comunidade parceiro, possibilitado pela Verizo n. $ 15.000 e $ 10.000 serão apresentados ao segundo e terceiro lugares, respectivamente.

As equipes identificarão uma pequena empresa ou organização em seus mercados para apresentar e jogar durante a 2020 NWSL Fall Series. Com a ajuda de vinhetas curtas, cada clube apresentará e contará a história de uma empresa que valoriza e apóia. Essas vinhetas e histórias serão destacadas pela liga e pelas equipes nas redes sociais e muito mais durante a competição. O vencedor da Fall Series receberá o Verizon Community Shield e uma generosa doação para apresentar ao programa escolhido, graças ao incrível apoio da Verizon, que mostrou seu compromisso com a NWSL por meio de um contrato de vários anos com a liga e também apoiou o 2020 da NWSL Competição da Challenge Cup no início da pandemia. 

Leia o texto na íntegra, acessando: NWSL e Verizon lançam a competição Verizon Community Shield

Betmotion volta atenção para o futebol feminino com ações de fomento

O Betmotion, site de entretenimento online, está investindo em ações para fomentar o futebol feminino no País. A empresa acaba de fechar uma...