Já virou clichê repetir por aí que o futebol feminino "é chato", que "ninguém quer ver", que "ninguém quer patrocinar", etc, etc, etc. Mas hoje já é possível dizer que as mulheres estão derrubando cada uma dessas premissas. Menos a primeira, claro, porque ela na verdade é um clichê falso e preconceituoso.
O ano de 2018 já terminou com a notícia de que a TV Globo irá, pela primeira vez na história, exibir todos os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo de futebol feminino. E se a maior rede do país de maneira inédita se interessou em mostrar esses jogos – que acontecerão durante a Copa América masculina aqui no Brasil -, não é por caridade. É porque o interesse despontou – do público e das marcas, já que os espaços de publicidade nos intervalos das transmissões foram vendidos com sucesso.
E quanto aos patrocínios, eles também estão começando a aparecer. O universo de "negócio" do futebol feminino ainda é bem peculiar se comparado ao masculino por conta da diferença de visibilidade e mídia, então enquanto os jogadores contam com seus patrocinadores pessoais, as jogadoras sonham que ao menos os clubes onde irão jogar tenham patrocinadores. Mas neste ano, essa realidade parece estar em transformação.
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